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segunda-feira, julho 31, 2017

Doem para o Mestrado em Geografia


José Márcio  nasceu em Ponte Nova MG, estudante de escola pública de família humilde mas sempre seguiu esse objetivo de cursar uma faculdade e ser professor, porque sabia que a educação é fundamental para transformar as vidas das pessoas.
 Dividido entre o trabalho é os estudos permaneceu firme trilhando seu caminho pois sabia que a educação é uma grande ferramenta para transformar sua própria realidade.
Como já exposto anteriormente a caminhada até aqui foi ardo-a, mas com muita luta e foco os objetivo esta cedo alcançado, porém um mestrado em uma universidade pública é muito difícil e concorrido. 
Em uma particular as mensalidade são muito alta para que eu possa pagar com o que ganho atualmente por isso conto com vocês para alcançar esse novo objetivo.


Doe qualquer valor  aqui.




Através dessa mensagem, quero lhe agradecer.
Quero que saiba que sua ajuda foi de grande valia.
E quero que saiba que pessoas tão especiais como
você estão sempre prontas para fortalecer a união
fraterna.


Eu procuro olhar dentro dos corações das pessoas,
porque sabemos que é de lá que extraímos o que
temos de melhor.

Obrigado por sua atenção e pelo carinho dedicado.
Tudo o que fazemos pensando em ajudar ao próximo, 
pela própria lei da natureza, nos é devolvido em
dobro.


Só entendemos direito o milagre da vida quando
deixamos que o inesperado aconteça.
Que o universo te cubra de bênçãos
e seja sempre muito feliz.

Muito obrigado!


sexta-feira, outubro 21, 2016

Introdução a Biogeografia

A biogeografia estuda o ambiente e o biota, analizando-os, de uma forma setorizada, compreendendo é elaborando uma síntese de paisagem. Essa ciência geográfica é muito importante para o planejamento ambiental e essencial para a vida humana, diante das dificuldades e problemas ambientais e sociais que vivemos.( Troppmair, 2004).

A ciência da biogeografia procura entender a história dos organismos e das paisagem ao longo do tempo. Com o intuito de entender a distribuição dos seres vivos no planeta terra, os biogeógrafos fazem uma análise da distribuição dos organismos vivos e dos fósseis, que se relacionam com a história evolutiva desses seres vivos, e da evolução da paissagem da superfície terrestre.

O que procura explicar a biogeografia?

  • como as espécies e os táxons superiores são distribuídos e por que a composição taxonômica da biota varia de uma região para outra;
  • de que maneira as espécies se tornaram confinadas em certa área;
  • como e por que há parentesco entre as espécies;
  • qual é a história de uma espécie ou biota;
  • quais são os efeitos das glaciações e da tectônica de placas na distribuição dos seres vivos;
  • por que algumas espécies estão confinadas a uma região e outras espécies semelhantes vivem em regiões distintas;
  • por que animais e plantas de regiões isoladas, tais como Austrália e Madagascar, são tão específicos dessas áreas. (Nucci, 2008).

    O objeto dessa ciência são os seres vivos que podemos incluir os seres humano. O objetivo da biogeografia é entender os padrões de distribuição dos seres vivos e das paisagens, notando os seres vivos com suas interações e inter-relações com outros seres vivos e com o ambiente, numa visão sistêmica têmporo-espacial(Troppmair, 2004).

    . Segundo Troppmair (2004, p. 1) a biogeografia "estuda as enterações, a organização e os processos espaciais do presente do pasado, dando ênfase aos seres vivos- biocenoses - que hatitam determinado local: o biótipo". É uma ciência que mistura diversos seguimento , como geografia, a ecologia, a geologia e a biologia.
  • segunda-feira, agosto 08, 2016

    O que significa paisagem?


    Por C.L.S 
    O QUE E PAISAGEM?
    Segundo o dicionário Aurélio, paisagem significa “ extensão de território que se abrange com um lance de vista. Desenho, quadro, gênero literário ou trecho que representa ou em que se descreve um sítio campestre”.
    Há diferentes correntes de pensamentos para conceituar esse termo de paisagem. Muitos desses pensadores consideram paisagem uma palavra-chave da geografia, porém esse termo pode assumir diferentes interpretações, dependendo de qual ciência está utilizando-o.

    1.2 CONCEITO DE PAISAGEM

                O conceito de paisagem não tem um senso comum, pode assumir diferente significado dependendo de um ponto de vista ou de qual profissional o esta conceituado. Esse termo pode ser definido como tudo aquilo que podemos perceber utilizando os cincos sentido ( tato, olfato, visão, paladar e audição) e é formada por diferentes elementos que pode ser humano, natural, social, econômico e cultural.
                O termo é muito abrangente e pode ser dividido em dois principais: as paisagens naturais e as paisagens culturais.
                As paisagens naturais são aquelas que não se modificaram ou não foram alteradas pela ação humana.
                As paisagens culturais ou antrópicas são resultantes da atividade humana, que constroem alterando os elementos naturais.
                Para a geografia o conceito de paisagem assume diferente perspectiva. Veja alguns conceitos.
                “transcrição exata da imagem visualizada no contato direto junto à natureza, e a paisagem que, embora programada pelo cálculo exato pontual, vai ser manipulada e reconstruída a fim de atingir uma paisagem ideal”. ( Humboldt citado por Warnavin; Araujo, 2016, p.17).
                Nas palavras de Warnavin; Araujo com base nos estudos de La Blache, o desenvolvimento desse conceito “ estava pautada na interação do homem com seu espaço físico, em que determinados gêneros de vida poderiam manifestar”.
                “uma área composta por uma associação distinta de formas, ao mesmo tempo físicas e culturais”. ( Warnavin; Araujo, 2016, p. 18). 
                Como podemos observar, paisagem é um grupo de elementos que pode ser de origens biológica, naturais ou culturais. Elementos naturais como uma floresta, forma de relevo e hídrico. Elemento culturais como uma cidade ou qualquer lugar que sofreu a ação humana. Mas de fato esse conceito assume o significado do contexto a qual foi inserido

    REFERÊNCIAS

    Warnavin, L; Araujo, W. Estudo das Transformações da Paisagem e do Relevo. Curitiba: Intersaberes, 2016. p 17-18.

     Trajetória do conceito paisagem na geografia, disponível em http://www.geoplan.net.br/material_didatico/Schier_2003_conceito%20de%20paisagem.pdf, acesso 05-07- 2016

    O DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO DE PAISAGEM E A SUA INSERÇÃO NA GEOGRAFIA FÍSICA , disponível http://www.mercator.ufc.br/index.php/mercator/article/view/58/33 acesso dia 05-07-2016.

    Medeiros. Geomorfologia fundamentos e métodos para estudo de relevo. Curitiba 2016. 



    domingo, julho 31, 2016

    Licenciatura em Geografia UNINTER

    Para profissionais que fazem do planeta a sua casa. Pressionada por urgentes desafios econômicos, sociais e ecológicos, a sociedade necessita, como nunca, despertar as novas gerações para os aspectos físicos e humanos do planeta. Por isso, a demanda por Licenciados em Geografia cresce tanto. Dentro e fora das salas de aula.

    Na geografia da Uninter, o mundo é todo seu.


    O licenciado em Geografia da Uninter tem um vasto horizonte profissional, como professor de ensino fundamental e médio, desenvolvendo pesquisas, projetos ou cursos específicos para as áreas pública e privada. Mas, sobretudo, contribuindo para a formação de cidadãos socialmente participativos e ambientalmente responsáveis.

    Facilidades Uninter – a menor distância entre você e seu diploma.


    O curso concentra disciplinas que possibilitam a construção efetiva do conhecimento e da visão criativa para uma brilhante carreira profissional. Todo conteúdo da vídeo-aulas, dos livros e materiais didáticos são acompanhados de atividades via Univirtus; simulação de experimentos em softwares específicos, com chats e fóruns para interagir com professores e colegas, e mais, telefone com tutoria ativa. Tudo para que você saia pronto para o mercado e para o sucesso.

    Fonte: http://www.uninter.com/graduacao-ead/cursos/licenciaturas/geografia

    domingo, julho 03, 2016

    Classificação Climática de Koppen-Geiger

    Classificação Climática de Koppen-Geiger Essa classificação é mais conhecida por classificação climática de Koppen Esse sistema de classificação climática e o mais aplicado nos estudos dos climas globais , foi desenvolvido em 1900 pelo climatologista russo Wladimir Koppen, sendo aperfeiçoada em 1918, 1927, e 1936, lançando novas versões com a colaboração com Rudolf Geiger de onde vem a origem do nome Kopper-Geiger

    “A classificação é baseada no pressuposto, com origem na fitossociologia e na ecologia, de que a vegetação natural de cada grande região da Terra é essencialmente uma expressão do clima nela prevalecente. Assim, as fronteiras entre as regiões climáticas foram selecionadas para corresponder, tanto quanto possível, ás áreas de predominância de cada tipo de vegetação, razão pela qual a distribuição dos biomas climáticos e a distribuição dos biomas apresenta elevada correlação”.( Wikipedia)

    A classificação climática de Kappen-Geiger divide o clima em 5 grupos ( A, B,C, D, E).

    A – clima tropical ( climas megatérmicos das regiões tropicais e subtropicais):


  • Af- clima tropical úmido ou clima equatorial;
  • Am - clima de monção;
  • Aw - clima tropical com estação seca de inverno;
  • As - clima tropical com estação seca de verão.

    B - clima árido ( clima das regiões áridas e dos desertos das regiões subtropicais e de média latitude):

  • BS - clima das estepes;
  • BSh - clima das estepes quentes de baixa latitude e altitude;
  • BSK - clima das estepes frias de média latitude e grande altitude;
  • BW - clima desértico
  • BWh - clima das regiões desérticas quentes de baixas latitude e altitude;
  • BWk - clima das regiões desérticas frias das latitudes médias ou de grande altitude.

    C – clima oceânico (clima das regiões oceânicas e marítimas e das regiões costeiras ocidentais dos continentes):

  • Cf - clima temperado úmido sem estação seca;
  • Cfa - clima temperado úmido com verão quente;
  • Cfb - clima temperado úmido com verão temperado;
  • Cfc- clima temperado úmido com verão curto e fresco;
  • Cw - clima úmido com inverno seco;
  • Cwa - clima temperado úmido com inverno seco e verão quente;
  • Cwb - clima temperado úmido com inverno seco e verão temperado;
  • Cwc - clima temperado úmido com inverno seco e verão curto e fresco;
  • Cs - clima temperado úmido com verão seco ( clima mediterrânico);
  • Csa - Clima temperado úmido com verão seco e quente;
  • Csb - clima temperado úmido com verão seco e temperado;
  • Csc - clima temperado úmido com verão seco, curto e fresco.

    D – clima continental ou clima temperado frios (clima das grandes regiões continentais de média e alta latitude):

  • Df - clima temperado frio sem estação seca;
  • Dfa - clima temperado frio sem estação seca e com verão quente;
  • Dfb - clima temperado frio sem estação seca e com verão temperado;
  • Dfc - clima temperado frio sem estação seca e com verão curto e fresco;
  • Dfd - clima temperado frio sem estação seca e com inverno muito frio;
  • Dw - clima temperado frio com inverno seco;
  • Dwa - clima temperado frio com inverno seco e verão quente;
  • Dwb - clima temperado frio com inverno seco e verão temperado;
  • Dwc - clima temperado frio com inverno seco e verão curto e fresco;
  • Dwd - clima temperado frio com inverno seco e muito frio.

    E – clima glacial ( clima das regiões circumpolares e das altas montanhas):

  • ET - clima de tundra;
  • EF - clima das calotas polares;
  • EM - clima das altas montanhas.
    ( MEDEIROS, 2016. P. 212, 213,214)

    “A primeira letra maiúscula (A, B, C, D, E) denota a característica geral do clima de uma região, constituído o indicador do grupo climático.
    A segunda letra minúscula estabelece o tipo de clima dentro do grupo e denota as particularidades do regime pluviométrico, ou seja, a quantidade e da precipitação. Nos grupos cuja primeira letra é B ou E, a segunda letra é também uma maiúscula, denotando a quantidade de precipitação total anual (no caso B) ou a temperatura média anual do ar (no caso E).
    A terceira letra, também minúscula, indica a temperatura média mensal doa ar dos meses mais quente (nos casos em que a primeira letra seja C ou D) ou a temperatura média anual do ar ( no caso da primeira letra ser B)”
    . ( Vianello; Alves, 1991. Citado por Medeiros, 2016. p , 214, 215.)

  • Crátons: O que são Crátons?

    Os macrocompartimentos que chamamos de crátons são as partes mais estáveis dos continentes, são terrenos muito antigos que já sofreram longo períodos com o processo de erosão. Suas formações predominantes são de rochas metamórficas muito antigas, dos Período Pré-cambriano.
    Os Crátons são divididos em duas estruturas: as as plataformas continentais e os escudos cristalinos.
    Plataformas continentais : recebem esse nome, por abrigar outras estruturas geológicas, como as bacias sedimentares que são formadas pelo acumulo de sedimentos.
    Escudo Cristalino – maciços antigos São crátons que pode ser visto na superfície, não estão recoberto por nenhum material geológico.

    Segundo a obra de Ross (2009) no Brasil há três áreas de plataformas ou crátons. Vejam a elas a seguir:
    Cráton do São Francisco: Estende do norte do Estado de Minas Gerais indo até o centro da Bahia.
    Cráton das Guianas: Abrange os terrenos mais altos ao Norte do Brasil, indo quase na fronteira com a Venezuela e com a Guianas. Essa região tem o predomínio de rochas intrusivas e metamórficas antigas. Ao Sul predomina rochas metamórficas e em alguns lugares, são encobertas pelos sedimentos amazônicos.
    Cráton Amazônico: São terrenos baixos ao Norte e tem um aumento de altitude ao Sul. Predomina rochas metamórficas antigas mas pode encontrar rochas intrusivas.